segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
GEOMETRIA IV
sábado, 30 de outubro de 2010
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Eu e os Outros 9
E a história dos pássaros? Eram toutinegras e tinham sido dadas ao Duarte. Veio uma colega e libertou-as. Voaram para longe ou teriam sido comidas pelos gatos?
O Duarte apresentou queixa ao Chefe, ao Sub-chefe, ao Contra-Chefe, ao Director, ao Conselho e Gestão…e porque todos se riram, o Duarte vai recorrer à Judiciária.
Quem sabe se a D.Guilhermina não irá presa? Quem sabe se a D.Guilhermina não gosta de passarinhos fritos?
Queremos ajudar o Duarte e propomos…
…mata-se a D.Guilhermina, abre-se-lhe a barriga e voam os pássaros, pois a gulosa, de certo, nem os depenou!
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As toutinegras
Eu e os Outros 8
Eu e os Outros 7
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A escada rangia e tinha a passadeira solta “cuidado, menina, não caia!”.
As arcas de cereais escondiam toalhas de linho branco a cheirar a sabão e água da mina. Traziam o tempo das mulheres nos bordados.
O poço tinha flores em ramos pequeninos que espreitavam as rugas das pedras molhadas.
Bebia a água do balde, a saber a ferro, enquanto afastava as folhas da macieira que tombavam na superfície líquida.
Havia um anjo nos quartos de longas asas brancas “anjo da guarda, minha companhia, guarda a minha alma de noite e de dia…”.Esse anjo, soube-o mais tarde, era a minha avó Hermínia.
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Avó Hermínia
Eu e os Outros 6
Era um triângulo de terra verde, tinha uma árvore de que não lembro o nome…
Eu usava um chapéu de palha largo e sabia-me o corpo a terra fresca.
Hoje procuro os carreiros entre as casas. O tanque desapareceu com o seu telhado de musgo e o poço onde se apanhavam rãs.
Passaram-se tantos anos…
Eu usava um chapéu de palha largo e sabia-me o corpo a terra fresca.
Hoje procuro os carreiros entre as casas. O tanque desapareceu com o seu telhado de musgo e o poço onde se apanhavam rãs.
Passaram-se tantos anos…
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Passaram-se tantos anos
Eu e os Outros 4
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O largo da praça
Eu e os Outros 1
O carro andava ao passo sonolento das lágrimas. O homem ao lado, caminhando, falava para a janela do condutor. A conversa era acompanhada de risos breves e falava de não sei bem o quê que tinha a ver com cerveja, talvez uma gorgeta… “agora às 11 há outro”, lembro-me que dizia num riso de profissional satisfeito, enquanto continuava contando a história daquela terra que não comia os seus mortos…
No carro fúnebre, atrás, o silêncio acompanhava o meu pai.
As palavras caíam, não chegavam a ser ofensa…a cara alegre do coveiro coexistia pacificamente na manhã dos outros.
Os rituais da morte! O choro, os abraços e a terra que sobre o caixão tomba num ruído seco. A pressa da missão cumprida. As flores são abandonadas a esmo, lançadas, atiradas ao encontro da sepultura. Não há uma mão amiga a transformar ou afagar o ritual…
Estarão secas, nesta hora. Ninguém regressou ao lugar onde o meu pai ainda existe no silêncio da morte.Talvez só o coveiro, rindo…
No carro fúnebre, atrás, o silêncio acompanhava o meu pai.
As palavras caíam, não chegavam a ser ofensa…a cara alegre do coveiro coexistia pacificamente na manhã dos outros.
Os rituais da morte! O choro, os abraços e a terra que sobre o caixão tomba num ruído seco. A pressa da missão cumprida. As flores são abandonadas a esmo, lançadas, atiradas ao encontro da sepultura. Não há uma mão amiga a transformar ou afagar o ritual…
Estarão secas, nesta hora. Ninguém regressou ao lugar onde o meu pai ainda existe no silêncio da morte.Talvez só o coveiro, rindo…
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O meu pai
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
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