segunda-feira, 2 de julho de 2012

Inexistências


Existências


Inexistências


Existências


Pequenos Prazeres


A Celeste fez anos. Esqueci-me, e não me perdoo por isso. Desejava, na sua companhia, ter bebido uma "Ginginha do Carmo" à sua saúde. Para o ano lá estaremos!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Territórios da memória






Esta não era a casa da minha avó Hermínia. Mas reconheço-a sempre que a encontro. Não tinha duas frentes, nem esta vegetação, nem o riacho. Mas tinha  o mesmo estilo, um jardim dividido por um caminho e um enorme abeto que me abrigava e se via do céu.



Territórios


Fundação Champalimaud


terça-feira, 8 de maio de 2012

Impressões de estrada




... impressionaram-nos os sentidos, fixaram-se na objectiva,  e são reais.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 Abril 2012


...quando éramos pequenos, dizíamos:
"esta não valeu, comecemos de novo".

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Territórios


Há  muitos anos que não vinha aqui. Ouvem-se os pássaros e o vento canta entre as árvores. Não há casais recolhidos nos bancos encobertos do jardim. Deduzo que não precisam de se proteger dos olhos da cidade.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Territórios


São 10 horas. Estou no hospital, sala amarela. Enquanto a minha mão acaricia, de quando em vez, a barriga que me dói, passa-me uma parte deste mundo pelos olhos. Registo, sobretudo, um grito vindo de uma maca "Mãe!", di-lo duas vezes, desesperadamente, na solidão da sala cheia.

É um adulto a querer o colo da criança que foi, ou é uma criança a subir, alucinadamente, pelo corpo deste adulto.


Territórios



Os médicos têm um ar abandalhado, as calças verde alface, por baixo de uma bata às três pancadas, não ajudam.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

terça-feira, 27 de março de 2012

Eu e os outros

Muito eu gosto de visitar, diariamente, o blog de Ana Cássia Rebelo - Ana-de-amesterdam. Gosto da forma como nos conta histórias, como nos faz crer que escrever é fácil, como bastaria saber ver, sentir e dizer.

A linguagem de Ana Cássia articula a crueza, a objectividade de um certa literatura contemporânea, com o discurso poético e lírico de uma grande sensibilidade.

Mas o que mais admiro em Ana de amesterdam é que escreve com a liberdade inscrita nas palavras.

quinta-feira, 22 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012