domingo, 26 de julho de 2020

sábado, 29 de setembro de 2018

Zorbas Syrtaki




Já uma vez me despedi deste Kanto da Terra. Pouco depois, voltei às suas páginas por uma enorme necessidade de escrever, de brincar com as palavras e as emoções. O blog foi uma variante da folha perdida no fundo de uma gaveta. Aqui, cria-se a ilusão "estatistica" de existir e de partilhar sentimentos e ideias para além fronteiras. 
Senti a liberdade de fazer nascer estrelas durante o dia e brincar com o sol à meia noite...
Algumas vezes, uma voz amiga dizia-me que participava comigo na construção do universo...

Mas, como tudo, é necessário um dia despedirmo-nos para renascer de novo. Aprendi a fazê-lo, sempre, guardando o que de positivo estas páginas me proporcionaram.
Hoje o caminho é diferente, assim como as palavras!

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Karim, a música e a palavra


Damien Rice & Cantus Domus (It Takes a Lot to Know a Man) | One To One



terça-feira, 12 de junho de 2018

João Dixo


Vila Real e uma exposição dita "cancelada". Em cada quadro, uma memória passada: brinquedos vários, cartas, fotografias de amigos, viagens... uma natureza morta e dorida que nos agredia.
Senti uma grande saudade de ti. Precisava urgentemente de sol.

Lhasa De Sela

  

Ao Karim, o meu obrigada por mais uma descoberta e uma partilha (in blog Katchaliseur)

quarta-feira, 30 de maio de 2018

O Cacto e as papoilas



Sabias que no Alentejo os cactos gostam de papoilas?


Nova cria


 Qualquer dia, como na história infantil, torno-me uma contadora de patos (ou gansos). Em menos de um ano já vamos na terceira geração...

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Entre linguagens






Entre a Primavera e o Verão, o morno e o quente, a medida e o excesso, o real e a ficção...

Três momentos e a lua




Foram longos minutos até aparecer. O tempo é tão engraçado. Dei-lhe as boas noites e fui dormir feliz.

Ana Moura canta Natália Correia


Convém esquecer as imagens, de gosto duvidoso, e ouvir só a voz e o poema...

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Lita Cabellut


Uma visita à casa da cultura em Cascais e a descoberta de Lita Cabellut. Um olhar que se passeia por figuras estranhas que se desenham entre o retrato e o sonho. Quadros de grande formato, alguns com a força da cor, outros com a suavidade do preto e branco.
Ali, ao fundo da parede, um canto de flores pinceladas misturam-se com aquele gesto que atravessa a morte...
A sua biografia impressiona, como as suas telas:

Nasceu em 1961, é espanhola e de etnia cigana. Abandonada aos 3 meses, viveu com uma avó até aos 10 anos. Pediu esmola nas ruas de Barcelona e foi recolhida num orfanato até ser adoptada aos 13 anos por uma família abastada.
A partir dos seus 19 anos viveu e estudou nos Países Baixos onde desenvolveu a sua arte e muitas das técnicas que a caracterizam actualmente.

Lita Cabellut afirma-se, mais do que uma pintora, uma contadora de histórias.

sábado, 12 de maio de 2018

Almas Lusas


Cresci! Ontem rasguei, saudavelmente, dois diários de adolescência.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Os meus objectos


Pequenos ramos que ganham formas estranhas nas mãos de um artesão. São personagens, entre o real  e o fantástico, às quais dou vida numa história imaginada.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Velhas cartas



As folhas carnudas de um cato, o tronco de uma árvore, uma parede branca... formas antigas, talvez ainda actuais, do desejo se fazer escrita.

Procura

Para que percorres inutilmente o céu à procura da tua estrela? Põe-na lá!
(in Vergílio Ferreira, Escrever)

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Postal do rio



A Sara diz-me que muda os objectos e os móveis quando não dorme. Também, em noites mais agitadas, deita abaixo paredes e redefine a geografia da casa.
Eu procuro escrever textos que risco de imediato, ou esqueço na manhã seguinte.

domingo, 22 de abril de 2018