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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O Ernesto e os malmequeres



Voltámos a encontrar o Ernesto. Sozinho, de novo, o que leva a crer que continua a não poder ver uma burra de saias. Mas para minha alegria, o Ernesto insiste em perder-se por um ramo de malmequeres...


Penso que o Ernesto, para além de comer flores,  lê romances de amor e faz poesia nas horas vagas.


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Kanto do Tejo


Esta é a imagem que guardo da Dinamarca: uma breve paragem junto a uma elevação que, transposta, oferecia a imagem serena de um lago de águas paradas. Surgindo não sei de onde, cruza-o uma canoa remada por duas mulheres tão silenciosas como as águas, só deixando atrás de si um sulco desenhado na paisagem. Apareceram, cruzaram o tempo e o silêncio, e desapareceram como deusas de antigos mundos.

A mesma tranquilidade sente-se, às vezes, quando o Tejo e Lisboa são vistos da margem esquerda e a uma certa hora.

sábado, 1 de novembro de 2014

sábado, 25 de outubro de 2014

As aparências iludem




A notícia vinha hoje no jornal. Na sequência de um infeliz encontro com uma espécie mortífera de cogumelos, alguém, que se dizia profundo conhecedor da sua natureza, não mais poderá aprender com o erro cometido.

Há viagens sem retorno.

domingo, 5 de outubro de 2014

sexta-feira, 30 de maio de 2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

sábado, 19 de abril de 2014

sexta-feira, 18 de abril de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Rio Tejo


As velhas estruturas desaparecem. A história conta-se com cores e cheiros de alfazema. A memória física dos ancoradouros e das casas que cresceram com a madeira velha dos desperdícios, perdeu-se num amontoado de escombros. Estamos num espaço recreado, limpo, liofilizado.

A cidade e os homens ganharam hoje um lugar onde usufruem da união da terra e do rio.
Mas Ti Luisa, que "fez filhos nos embalos da maré", não se reconhecerá naquele espaço.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Nazaré


Um homem, frente ao mar, bebe lentamente uma cerveja, enquanto observa a força das ondas.

Às vezes é necessário estar só!


Rio Tejo


Gente avieira que, no interior de um barco, lançavam e recolhiam as redes; faziam o lume; amavam e cortavam o cordão umbilical aos filhos que pariam.

Hoje, já velhos, acariciam as embarcações à borda de água.

Ti Elisa diz-me:

...olho o rio e falo com as minhas recordações. Às vezes choro!