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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Leituras


Ao ritmo dos humores, dos estados de alma (?) e dos amores vividos ou ficcionados, foi crescendo este blogue. Deveria ser lido do primeiro para o último dia da sua escrita. Como a água de um rio que corre. Para trás é passado. Para a frente é já a foz.

domingo, 26 de junho de 2016

Reflexões sobre um auto retrato


Agustina Bessa Luís num belo conto chamado “A mãe do rio” diz : “a única solidão é aquela que não tem passado”.  

quarta-feira, 15 de junho de 2016